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21 de jul de 2018

Robôs Sexuais estão sendo feitos para substituir os Homens


Sexo com robôs sexuais vai se tornar prática comum até 2025, ultrapassando mesmo sexo entre humanos, segundo o futurologista Ian Pearson.    O relatório dele sobre o futuro do sexo foi publicado em parceria com Bondara, uma das maiores lojas de brinquedos sexuais do Reino Unido.

Em 2030 o sexo virtual vai se tornar tão casual como navegar por sites pornográficos e, em 2035, muitos terão brinquedos que interagem com a realidade virtual, de acordo com o relatório. Na verdade, grupos de alta renda poderiam começar a usar algumas formas de sexo com robô já em 2025, antes da prática ultrapassar o sexo entre seres humanos totalmente em 2050.

“Inicialmente, as pessoas vão achar que é difícil se adaptar a essa nova atividade sexual, mas acabarão por se acostumarem com isso, assim como eles abraçaram pornografia”, diz Pearson. “Quando as aparências de robôs melhorarem, a opinião das pessoas também vai mudar”, acrescentou.

“Muitas pessoas ainda têm ressalvas sobre sexo com robôs, mas gradualmente, à medida que se acostumarem a eles, como com o comportamento de inteligência artificial e mecânica,  além da melhora de sensação, eles podem começar a se tornar amigos com laços emocionais fortes. E a tendência é que algumas pessoas abracem o robô sexual, livre de relacionamento, assim que eles podem pagar um, já em 2025. E  ele não terá muita chance de ultrapassar o sexo com os seres humanos, em geral, até 2050 “, explicou Pearson.

Bizarro: Robôs que fazem sexo ficam mais reais e até já respondem a carícias
Joe toca Anita, diz algumas palavras-chave lidas de um cartão e pergunta: "O que acontece agora?". Ela é um robô com feições humanas e responde: "O que você quiser". Eles fazem sexo.

A cena é da série "Humans", do canal AMC, que teve a primeira temporada exibida neste ano e imagina como as relações se complicarão quando robôs se tornarem produtos acessíveis.

"Humans" não está assim tão longe da realidade - ao menos na questão sexual, o que levanta polêmicas sobre o uso máquinas "inteligentes" para o prazer.

A companhia americana True Companion afirma ser a primeira do mundo a fornecer robôs sexuais. O modelo feminino Roxxxy é vendido desde 2010 (também há uma versão masculina).

O aparelho movimenta a cabeça e fala com o usuário ("Estou tão excitada", diz ela quando lhe tocam os seios, de acordo com um vídeo de demonstração). Também pode ter aparência customizada (o cliente escolhe suas características) e cinco opções de personalidade pré-programadas (da mais comportada à ousada). Os orifícios têm sensores e motores para permitir uma experiência mais realista. O preço: US$ 7.000.

"Robôs nunca estão aborrecidos e nunca trairão ou trarão doenças aos parceiros. O que nossos clientes querem é amor incondicional", diz à Folha o fundador da companhia, Douglas Hines, que não revela quantos robôs, feitos sob demanda, já vendeu.

A empresa Real Doll, também dos EUA, trabalha em uma nova versão de suas bonecas realistas, que já tiveram 8.000 unidades vendidas, inclusive para o Brasil - eles também vendem uma versão masculina.

O objetivo é permitir que os aparelhos, feitos em tamanho real de humanos, também respondam com expressões faciais às carícias dos donos.

"Tivemos consumidores que se casaram com suas bonecas, afirmando que elas salvaram suas vidas após a morte de um parceiro ou o fim do relacionamento", disse a empresa à Folha, em nota.

ROBOFILIA
Nem todo mundo vê essas "relações" com bons olhos. Em setembro, Kathleen Richardson, pesquisadora de ética em robótica da Universidade De Montfort (Reino Unido), lançou a campanha "Não Faça Sexo com Robôs".

Para ela, o tema está intimamente ligado à transformação de pessoas em objetos - as máquinas, segundo ela, reforçam os estereótipos e transformam as próprias pessoas em objetos.

"É perigoso organizar a sociedade em volta da despersonalização de alguns, porque seus corpos atendem aos desejos de outros usando mais poder e recursos", diz.

"Aqueles que promovem o sexo com robôs estão dizendo às pessoas que seria igual a ter um relacionamento com uma pessoa. É um absurdo: um robô só imita o comportamento humano."

O consultor em tecnologia britânico Ian Pearson, que alardeia ter um índice de acerto de 85% em suas previsões para o futuro, diz que é inevitável que, em algum tempo, transar com robôs seja tão comum quanto com humanos, popularizando a "robofilia".

"Pessoas certamente irão se apaixonar pelas máquinas e pela inteligência artificial – que pode, inclusive, retribuir", afirma o pesquisador, autor de um estudo divulgado neste ano sobre o assunto (leia mais abaixo).

Para ele, o diferencial das máquinas será a customização e a interatividade, por meio da inteligência artificial.
Todo esse desenvolvimento terá impacto na sociedade, levantando questões éticas. "De qualquer modo, não acho que as pessoas vão parar de ter famílias por causa dos robôs. O que pode acontecer é que uma pequena parcela da população, que não tem habilidades sociais, se vicie nessa prática", afirma Pearson.

PREVISÕES PARA O SEXO NO FUTURO

2030
A maior parte das pessoas vai fazer alguma forma de sexo usando realidade virtual – com a mesma frequência com que se vê pornografia hoje. Com o desenvolvimento de lentes de contato para a transmissão, a experiência será cada vez mais realista
2035
A maioria das pessoas terá seu próprio brinquedo ou dispositivo de sexo (como vibradores) que interage com realidade virtual. Com a ´Internet das coisas´, nosso sistema nervoso vai se conectar diretamente à rede, nos permitindo experimentar sensações
2050Começaremos a ver o sexo com robôs se popularizar. Isso separará ainda mais o relacionamento amoroso do sexo, tornando comum que parceiros transem com máquinas, sem que considere isso uma traição.

Comentário:
A humanidade está se distanciando uns dos outros e se promiscuindo com as máquinas robotizadas, ao ponto de se tornarem iguais a essas invenções bizarras e paranóicas.

As pessoas estão perdendo a sensibilidade do amor, da fraternidade, do aconchego, do carinho humano, trocando esse calor humano pelos frios movimentos mecanizados de um robô seja ela a imagem de homem ou mulher. 

O homem está se afastando do amor para se alinhar ao desejo frio do desamor num sentimento anormal com criaturas sem almas, sem vidas, um relacionamento bizarro de pessoas anormais que perderam o juízo. No futuro vamos ter novas doenças mentais sobre robofilias como já temos com: Uso excessivo de celular; pedofilia, zoofilia, pornofilia, etc. Todos os vícios geram uma doença crônica.

Parece até que o ser humano deixou de ser humana para se tornar parte desses androides criados por seres que se acham os deuses da Terra.

Estamos caminhando para o fim do mundo dos seres vivos onde a criatura humana perdeu os seus valores morais e até a sua essência divina de amar os seus semelhantes, o homem está se transformando em andróides frios sem vidas. Isso tudo é uma verdadeira loucura, a humanidade está doente e enlouquecendo é preciso de um internamento psiquiátrico global para ajeitar essa percepção cerebral antes que seja tarde demais para corrigir essas aberrações psicopatas.






Por: Ernani Serra
Pensamentos: Quando o homem tende a amar um andróide é preciso estar atento ao futuro da humanidade.
Ernani Serra